O que você tem feito pelo seu negócio?

O que você tem feito pelo seu negócio?

É preciso rever conceitos, estudar o mercado, treinar pessoas e se reinventar para ter sucesso no negócio.

Como você tem encarado os problemas financeiros do seu negócio? Você faz parte do grupo de pessoas que responsabiliza o governo, a concorrência, os clientes e até sua equipe de funcionários pelo seu insucesso? Cuidado! Embora tudo isso influencie nas finanças, é você quem tem o poder de conduzir seu negócio para o sucesso ou fracasso.

Os últimos dois anos foram os mais difíceis da história da economia e do mercado brasileiros. Enquanto antes os problemas financeiros afetavam as classes menos favorecidas, dessa vez até grandes empresas foram impactadas. Só que 2018 chegou com novas perspectivas e a recuperação do seu negócio, agora, depende única e exclusivamente de você arregaçar as mangas e ir à luta.

Todos nós sofremos interferências de terceiros e precisamos frequentemente ajustar o percurso, rever conceitos, estudar o mercado, treinar pessoas e nos reinventarmos. Não precisamos esperar uma crise para tomar a iniciativa. Quem busca a constante renovação está um passo à frente, independentemente do que se passa ao redor.

Mas se você, como a maioria dos empresários brasileiros, foi impactado por esta crise e ficou paralisado diante dos problemas, esperando a situação melhorar para agir, então é hora de mudar! Não há tempo a perder! A oportunidade de alavancar a história do seu negócio está batendo à sua porta.

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O primeiro passo para salvar as finanças é reconhecer que a solução para os problemas está dentro do próprio negócio. Entenda os seus números, identifique as reais causas da falta de dinheiro para pagar as contas do dia a dia e, a partir dessas informações, tome as devidas providências para reverter a situação.

COMO VÃO AS FINANÇAS? RESPONDA O QUIZ E DESCUBRA!

Algumas das principais causas da falta de liquidez nas empresas são:

Estoque parado: Muitas empresas investem frequentemente no estoque sem avaliar o que tem saída, de fato, e quanto há disponível para tal investimento. Então gastam mais do que recebem para comprar produtos que ficam meses no estoque, paralisando o dinheiro. Se o armazenamento do estoque fosse proporcional à rotatividade dos produtos, esse dinheiro não ficaria parado e estaria disponível para outras necessidades do negócio.

Vendas a prazo: Embora as vendas a prazo sejam um meio usado por várias empresas para atrair clientes, essa é uma negociação perigosa quando as datas e valores dessas vendas não estão ajustadas às datas e valores das compras. Se o único critério é vender mais, corre-se o risco de a cada mês ter valores de entrada menores que os de saída e faltar dinheiro para pagar as contas, sendo necessário recorrer a terceiros e se sujeitar a juros.

Precificação: Baratear seu produto para vender mais nem sempre é o melhor caminho. Se o preço do produto não for superior ao que se gasta com o custo e as despesas, você pagará para vender. Consequentemente, quanto mais vender, mais aumentará o buraco do caixa.

Fábrica de dinheiro: É um engano achar que dinheiro em caixa é dinheiro disponível. Pior ainda é julgar a saúde financeira da empresa através do saldo de caixa! É preciso saber a origem desse dinheiro e como ele será utilizado. Se o caixa ficou positivo porque foi feito um empréstimo para quitar algumas dívidas, por exemplo, certamente a empresa está perdendo dinheiro. E se o dinheiro do caixa for utilizado sem critério, muito provavelmente faltará dinheiro posteriormente para pagar as contas e, novamente, será necessário fazer empréstimos e criar mais dívidas. Esta é a armadilha da fábrica de dinheiro, que causa uma falsa impressão de estabilidade e quebra a empresa de forma silenciosa.

Salve o negócio com o Fluxo de Caixa

Para avaliar situações como essas e identificar a real causa da falta de dinheiro, bem como evitar que a empresa seja pega de surpresa em momentos futuros, é imprescindível que haja um controle diário das finanças através de um Fluxo de Caixa com plano de contas gerencial. Além disso, é preciso fazer um comparativo do previsto e do realizado para saber se as estimativas estão funcionando e onde é preciso ajustar para melhorar o cenário financeiro.

Esta é a única forma de conseguir enxergar a real situação do negócio, assumir o controle das finanças, ter as informações necessárias para tomar decisões acertadas e aproveitar o atual momento do mercado para construir uma nova história.

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